Cörte-Real levou 25 anos para se estrear a solo mas agora que o fez, as edições vão continuar a acontecer.

Depois de ter lançado o single Tiro Os Olhos do Chão há um mês e meio, Cörte-Real apresenta-nos agora a canção Perto Do Fim.

De que nos fala a canção? Que os fins podem ser eles recomeços? Cörte-Real explica-nos que “sim e mais. Somos músicos, estivemos fechados em casa sem palcos para tocar. Quando poderíamos voltar? Quando é que isto acaba e a vida recomeça? Era o que nos ia na alma quando gravámos Perto Do Fim“.

Este é o segundo single do álbum de estreia que sai em dezembroParaCörte-Real é o disco que sempre quis fazer. Sem pressões de lado nenhum. Fizemos o que queríamos. O disco tem dez canções e é essencialmente um disco de rock. A banda base é formada por Nico Guedes na bateria, Nuno Correia no baixo e Bruno Celta na voz. Temos algumas participações de malta amiga como a Helena Andrade das Anarchicks, o Ulisses e o Filipe dos Viralata e o Ivan Cristiano que é meu companheiro nos UHF há vinte e quatro anos anos“.

Já que falamos do disco de estreia, podemos desvendar que o mesmo sairá a 17 de  dezembro em vários formatos como nos explica Cörte-Real a partir de dia 17 de Dezembro o álbum estará disponível em todas as lojas nos formatos vinil, cd e digital. Já se encontra em pré-venda nas lojas da Fnac, da Rastilho e nas redes sociais de Cörte-Real“.

A distribuição do álbum será efetuada pela portuguesa Rastilho. Uma escolha simples para Cörte-Real “eu e o Pedro (Rastilho) já estamos em contacto há uns anos. Primeiro por causa da Revolta, uma banda punk rock com quem lancei um EP e um álbum entre 2006 e 2009, depois por causa dos Gazua que eu produzi e o disco saiu por eles e mais tarde andámos a falar sobre os UHF, mas o negócio não se concretizou. Eu admiro a Rastilho e o trabalho que o Pedro tem feito sobretudo no mundo da música mais pesada do rock, punk e metal. Sou fã incondicional do método de trabalho e toda a indústria nacional devia de lhe estar agradecida. Se hoje temos gente a comprar vinil e as lojas voltaram a dar espaço a este formato, em muito, senão, em quase tudo, se deve à Rastilho. Não consegui trabalhar com ele com a Revolta em 2009, tinha de ser agora. Liguei para explicar o projeto, enviei uma mistura muito inicial mesmo só para perceber o que estava ali e chegámos a acordo rapidamente. Tínhamos mais duas editoras interessadas, mas depois de receber o ok da Rastilho nem pensei em mais nada“.

Perto Do Fim já está disponível nas plataformas digitais.